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Mato Grosso do Sul, 27 de maio de 2024
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Com delação premiada de Tiago Basso, futuro de Vanda Camilo depende de novo procurador-geral de Justiça

Com delação homologada, sogra de Claudinho Serra tem foro privilegiado e só pode ser investigada com aval do novo PGJ

Reprodução/Redes Sociais

O futuro de Vanda Camilo, prefeita de Sidrolândia pelo PP, agora está nas mãos do recém-empossado procurador-geral de Justiça, Romão Avila Milhan Júnior. que foi empossado em solenidade ocorrida na última sexta-feira (3). A líder progressista foi mencionada na delação premiada pelo ex-funcionário público municipal Tiago Basso da Silva, que já foi homologada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

Romão é o principal responsável pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul). A abertura de uma investigação contra o prefeito municipal é da alçada do Procurador-Geral de Justiça. O PGJ também tem o poder de nomear alguém para realizar tal investigação. Uma vez que Vanda Camilo possui foro privilegiado, somente o chefe do MP estadual pode conduzir a investigação sobre a prefeita. Milhan Júnior sucedeu o promotor Alexandre Magno Benites de Lacerda, que exerceu dois mandatos.

Vanda, sogra do vereador de Campo Grande, Claudinho Serra (PSDB), que esteve detido por 23 dias, foi alvo da 3ª etapa da Operação Tromper. Claudinho foi secretário municipal de Fazenda de Sidrolândia durante a administração de sua sogra e é acusado de desviar recursos públicos por meio de seu cargo.

O Ministério Público Estadual acusou Claudinho de liderar uma suposta organização criminosa, cometendo os crimes de corrupção passiva, peculato e fraude em licitações. Sua libertação ocorreu por meio de um habeas corpus concedido pelo desembargador José Ale Ahmad Netto, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, com a condição de usar uma tornozeleira eletrônica.

A prefeita, por possuir foro privilegiado, ainda não foi alvo de investigação, podendo ser investigada apenas pelo procurador-geral da Justiça. Gerson Claro (PP), principal aliado de Vanda e presidente da Assembleia Legislativa, não compareceu à posse de Romão Avila Milhan Júnior, sendo representado pelo deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB).

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