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Mato Grosso do Sul, 12 de julho de 2024
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Veja três tabus quebrados em vitória de Bia Maia em Roland Garros

Chegada às semifinais da competição no saibro de Paris rompe com escritas duradouras do tênis nacional no aspecto geral e no feminino

(crédito: AFP)

O triunfo de Beatriz Haddad Maia sobre Ons Jabeur, em Roland Garros, nesta quarta-feira (7/6) recoloca o Brasil em posição de evidência no tênis. A classificação para as semifinais do torneio feminino simples fez a paulista romper com três tabus do esporte para o país.

O primeiro deles é exclusivo da própria tenista, sendo a primeira a alcançar esta etapa na Era Aberta do certame, desde 1968. Em 1964, a última semifinalista nas quadras da capital francesa havia sido a campeã Maria Esther Bueno, campeã neste mesmo ano, de forma única e inédita.

Bia conseguiu tirar o tênis nacional de uma fila de mais de duas décadas em participações na fase aguda no saibro parisiense. A última vez do país nas semis de Roland Garros foi em 2001, com Gustavo Kuerten, o Guga, quando conseguiu o tricampeonato, o segundo de forma consecutiva.

O terceiro marco rompido foi a primeira vitória no confronto direto, justo na estreia na Quadra Philippe-Chatrier. Anteriormente, contra Jabeur, Maia havia perdido duas vezes, incluindo um set por 6/0, chamado no tênis de pneu, ocorrido neste ano, no WTA de Stuttgart, na Alemanha, ao cair por dois sets a zero, mesmo placar do primeiro duelo diante da africana.

A quarta é a mais esperada dentro dos termos de carreira da brasileira. Na próxima semana, após o término do campeonato corrente, a Women Tennis Association (WTA) atualizará o ranking da categoria, com a possibilidade de que a brasileira suba ao top 10, sendo a primeira a fazê-lo desde Esther Bueno, líder em 1959, 1964 e 1966.

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