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Mato Grosso do Sul, 19 de abril de 2024
Campo Grande/MS
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Sem fios, menor marcapasso do mundo é utilizado pela primeira vez no Mato Grosso do Sul

O paciente que recebeu o implante foi um homem de 63 anos, renal crônico e que já tinha usado um marcapasso convencional, mas que, no entanto, teve que retirá-lo devido uma infecção no local.

Divulgação

O procedimento foi realizado pelo cirurgião Dr Wilson Barbosa Junior (Campo Grande), Dr Carlos Duarte (Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pelo Arritmologista Dr Guilherme Bertão (Campo Grande). Houve também a participação em todo o processo do Cirurgião Dr Ricardo Adala Benfatti.

A Cirurgia ocorreu sem nenhuma intercorrência e obteve grande sucesso, com uma excelente recuperação do paciente.
Segundo informações do fabricante, este foi o 33° caso no Brasil, sendo o primeiro no Mato Grosso do Sul, colocando mais uma vez o nosso Estado nas mesmas condições de qualidade de atendimentos e tratamentos de cardiológicos e de arritmias ao que existe no grandes Centros do Brasil e do Mundo.

O que é o MICRA
Normalmente, marca-passos e outros dispositivos são compostos por uma peça principal um pouco maior que uma moeda de 1 real, que contém uma bateria de lítio e um sistema eletrônico com microprocessador. Essa peça, implantada na região da clavícula, logo abaixo da pele, se conecta ao coração por meio desses tais fios.

Desenvolvido pela Medtronic, o Micra tem 20mm de comprimento, o equivalente a uma cápsula de vitamina, e pesa 2g. Além do tamanho, há outro grande diferencial: ele não possui fios com eletrodos. Ficando posicionado diretamente no músculo cardíaco.

Grandes benefícios do MICRA
Maior qualidade de vida
Eliminação das complicações relacionadas ao eletrodo e à loja (local onde fica o gerador).
Menor risco de infecção do dispositivo (menor tamanho, ausência de loja e de eletrodos).
Registrada apenas 1 infecção do dispositivo em > 50.000 pacientes, apesar de muitos deles serem de alto risco.

Como é feito o implante
O dispositivo é implementado por meio de um acesso de poucos centímetros na veia femoral, que fica na perna do paciente. Ali, os médicos inserem um cateter e o conduzem até o coração.
Aberto o caminho, um novo cateter carrega o aparelho e o entrega ao local de destino. Com minúsculos ganchinhos, que lembram a estrutura de uma âncora de navio, o Micra se acopla ao músculo cardíaco e pode ficar ali por até 12 anos — tempo de duração da bateria.

Um paciente cardíaco de Carapicuíba, na grande São Paulo, foi o segundo paciente que recebeu o implante do menor marca-passo do mundo. Foi a primeira cirurgia desse tipo realizada em um hospital da capital paulista e segunda no país.

Dr Guilherme Bertão

”Participar da cirurgia junto com os demais membros foi emocionante. Sabemos que a medicina avança muito rápido e poder participar do primeiro implante de um dispositivo tão inovador e que ajudará tanto o paciente é muito gratificante.
Sem dúvidas foi um procedimento que ficará para a história do nosso estado

no que diz respeito aos marcapassos e ao tratamento das arritmias cardíacas”. Afirmou Dr Guilherme Bertão.

Segundo Dr Guilherme Já foram realizado em outros estados, principalmente grandes centros, sendo este o 33° caso de cirurgia desse tipo realizadano Brasil.

Um paciente cardíaco de Carapicuíba, na grande São Paulo, foi o segundo paciente que recebeu o implante do menor marca-passo do mundo. Foi a primeira cirurgia desse tipo realizada em um hospital da capital paulista e segunda no país.

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